terça-feira, 24 de maio de 2011

Clandestino

"sou livre e amo a vida pra sempre.
Não me desaponte em teu amor
porque não saberei dizer ao meu coração
o motivo que me levou ao teu
Não me deixe sem argumento.
Não me queiras sem lamento
Quem te feriu a ferro, não fui eu
E, se me entrego clandestina paixão,
Tenha certeza, não serei um desertor!
Saibas que chego a teu porto
E faço isso como marinheiro
Faço isso como quem navega em sais,
Então preciso do teu corpo inteiro
para meu coração não ficar a deriva
preciso atracar no teu cais.

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